A maior preocupação que ouço dos pais antes de um ensaio é: “meu filho não para quieto, não vai olhar pra câmera”.

A resposta é simples: ele não precisa agir como um adulto.
A fotografia afetiva não engessa a infância em regras rígidas. Claro que em alguns momentos eu direciono, chamo a atenção e peço aquele sorriso lindo olhando pra cá mas o segredo está em saber a hora de soltar. O ensaio vira uma brincadeira onde a criança dita o ritmo.

Eu conduzo a família para o salto na água, a surpresa com a onda, a corrida na areia e o abraço apertado de refúgio no colo dos pais. É nessa mistura de direção e liberdade que mora a verdade da infância.

Quando você contrata um olhar experiente em direção infantil, você não ganha só fotos bonitas. Você ganha uma tarde leve na praia e a certeza de que a essência do seu filho foi preservada exatamente como ela é hoje.
Deixe seu filho ser criança. Do registro, eu cuido.Você prefere fotos 100% posadas ou memórias reais da sua família? Me conta aqui embaixo nos comentários.
